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Ainda vale a pena escrever cartas de apresentação?

Ainda Vale a Pena Escrever Cartas de Apresentação?

Ninguém gosta de escrever cartas de apresentação, mas muitos recrutadores pedem por elas. Será altura de estas desaparecerem? Não tão rapidamente.

Provavelmente, a maioria das pessoas não gosta de escrever cartas de apresentação, mesmo aquelas de nós que escrevem como profissão. As cartas de apresentação podem ser desconfortáveis: é uma carta, por isso parece que deve ser uma conversa e, pelo menos, um pouco pessoal. Mas também é um discurso de vendas; queremos convencer a pessoa a o porquê de sermos o melhor para o trabalho. Por fim, temos que inserir um pouco de personalidade nela e contar a nossa história de uma forma que a nossa lista de competências não consegue fazer num currículo.  

Por este motivo e ainda o facto de que escrevê-las dá imenso trabalho, muitos perguntam se estas vão ‘morrer’. Embora o processo moderno de contratação possa favorecer os sistemas de rastreamento de candidatos, a maioria dos departamentos de Recursos Humanos afirma que ainda prefere que os candidatos enviem cartas de apresentação. Além disso, mesmo que o recrutador ou o responsável da contratação apenas passem os olhos pela tua carta de apresentação, ainda vale a pena incluí-la. É outra ferramenta para te venderes, porque não usá-la?

Se não sabes realmente por onde começar, aqui ficam três dicas para escreveres uma carta de apresentação convincente:

1. Direciona-a à pessoa certa.  Começar uma carta com ‘Caro Sr./Sra.’ ou ‘a quem possa dizer respeito’ dá uma má impressão logo nas primeiras palavras. Se não conseguires realmente encontrar o gestor da contratação, encontra a equipa certa e direciona-a a eles.

2. Dá ao responsável da contratação um motivo para continuar a ler. Começar a tua carta dizendo que estás a candidatar-te para o emprego x na empresa x é um desperdício de espaço. Em vez disso, inclui um aspeto da descrição do cargo que realmente gostas, uma história pessoal de como os produtos de determinada empresa te ajudaram ou o que aquilo pelo que estás animado em contribuir caso sejas contratado. Pensa no que gostarias de ler se fosses tu quem estivesse a contratar.

3. Inclui exemplos específicos. O teu currículo é onde quantificas os teus sucessos. A tua carta é onde falas sobre o teu processo de pensamento por trás desse projeto de sucesso. Lembra-te que a carta de apresentação é uma boa razão para mostrares a tua personalidade, portanto não tenhas medo de injetar algo disso pois é uma boa forma de manteres o responsável de contratação interessado.

Deixamos-te um podcasts onde Jamie Hichens, gestora sénior do programa de aquisição de talentos da Glassdoor, te explica as melhores práticas e como evitar erros.

Fonte: Fast Company

 

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